quarta-feira, 6 de maio de 2015

Deus é kant

Quando pensamos que o quadrado tem quatro lados estamos fazendo um juízo a priori, pois não precisamos ter uma experiência empírica para saber esta verdade. O interessante é que não podemos ter experiência empírica nenhuma, pois não existe na natureza um quadrado perfeito. Na verdade, não tem quadrado na natureza. Isto é um entendimento humano, racional e estudado... Mas sabemos que o quadrado exite. Conhecemos até as suas propriedades. Podemos realizar cálculos. E até aplicar em vários momentos da vida. Principalmente na construção de moradias, mesas, potes e etc. Uma tribo indígena não vai se beneficiar do conhecimento da existência do quadrado. Para eles o quadrado não existe. E talvez nunca existirá. E na verdade, não existe mesmo! Pois no seu habitat dificilmente irá encontrar um quadrado. Até se contarmos para eles a existência do quadrado e que existe cálculos que podem ser feitos e podemos ainda se beneficiar deste conhecimento, com certeza irá ter muita dificuldade de apreensão deste fato. Se admitimos que o quadrado tem quatro lados pode ser pensado, que é um conhecimento a priori, pois não precisamo de provas empíricas. Então Deus também pode ser pensado. E também como podemos neste conhecimento a priori considerar um quadrado perfeito. Também podemos pensar em um Deus perfeito.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Viu Lência

O desejo de paz começa com um sentimento sublime. E este é o único sentimento que participa do desenvolvimento humano. Se observarmos temos muito a fazer para promover a paz. São tantas coisas que podemos fazer para contribuir que é muito difícil fazer uma lista. Mas, um dos problemas que há atualmente é que muito acreditam que uma guerra civil irá trazer paz. E muitos que querem se passar por intelectual tem este pensamento e procura populariza-lo para mostrar que é intelectual. Vamos convidar estas pessoas a procurar desenvolver outra forma de se intelectualizar-se! Ele mesmo vai ganhar mais e também a sociedade. Além deste, há outros integrantes da sociedade que também promovem a violência. Assisti uma cena em uma lotação que exemplifica muito bem este tipo de promovedor de violência. Um passageiro foi até o motorista para pagar a passagem, pegou o dinheiro e aproximou do motorista, pois esta lotação não tinha cobrador. Mas, o motorista estava dirigindo com uma mão e com outra estava conversando com o celular. Somente depois que terminou a conversa que ele foi pegar o dinheiro e dar o troco. Depois de alguns instantes, uma senhora passou o seu bilhete e ficou esperando o motorista validar, como estava demorando e como a fila de pessoas querendo passar a catraca estava aumentando, resolveu pedir para o motorista validar a sua passagem. Neste momento eu vi que ele estava pegando o seu bilhete, mas como a senhora pediu, ele não fez e falou que enquanto ele falar não vai validar nada. Então ela esperou a boa vontade do motorista. Como seu individualismo não estava satisfeito. Ao sair da lotação, o motorista apontou para todos com um sinal de mão demonstrando que estava armado. São pessoas como estas que faz a sociedade não desenvolver, promovendo a violência. E talvez em um bar ele tenha contado o episódio para seus pares se gabando deste feito! Então temos os que promovem a violência ideológica e estes que em seu individualismo promovem a violência no dia-a-dia. Será que a solução é mais metrô?

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Sócrates e o Princípio de Tudo!

Como de costume Sócrates caminhava perguntando "o que" de tudo... Buscando com isso conhecer a essência das coisas. Mas também gostava de observar, pois observando também se aprende muito... Quando ele estava caminhando observou que um grupo de homens estava conversando. Ao se aproximar percebeu que era um debate, tinha um jarro com um pequeno furo na lateral perto da base, que jorrava água. Quando a água acabava, acabava também a fala de um deles. Então o jarro era completa com água de novo e outro participante tinha a oportunidade de começar a sua fala. Sócrates percebeu que estava debatendo sobre o princípio das coisas. Estava conversando sobre a origem de tudo, o fundamento para as coisas existirem. Este assunto já fazia parte das conversas de todos há algum tempo. Todos os que gostavam de explorar vários assuntos epistemológicos. Além do jarro, Sócrates percebeu que havia uma fogueira com uma espécie de panela com água dentro. E pela pouca quantidade de água, já havia algum tempo que estava lá. Atrás deles também havia um rio. Provavelmente onde enchia de água... Explicaram para Sócrates que Tales de Mileto tinha explicado que a água é o princípio de tudo, pois em cada estado da planta existe água, desde o seu nascimento e destruição, então a água é o princípio de tudo. Já Anaxímenes defendia o ar como princípio de todas as coisas, o ar é infinito e está em todos os lugares e em tudo. Dependendo da densidade do ar significava o vento, a terra, a pedra e tudo mais inclusive o fogo. Foi o momento que Empédocles olhou para o fogo e a panela com pouquíssima água, e disse que são os quatros elementos que dão origem a tudo. Veja que eu fiz um fogo e depois coloquei água daí se formou o ar. E ficou a terra no fundo da panela. É assim que a natureza se formou. E com esta explicação, o argumento de que os quatro elemento da natureza ganhou força e notoriedade. Mesmo assim, Anaxágoras defendia que tudo faz parte de tudo e que a semente é o princípio das coisas. E também Demócrito disse que tudo é formado por átomo... Com o experimento de Empédocles, e que todos viram a formação de terra, foi o pensamento que ficou mais forte nas mentes das pessoas. E que ganhou mais popularidade... E Sócrates perguntou se não tem nenhum Pitágoras para dar a seu pensamento sobre o princípio de tudo.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Pensamentos do Polidiano

Polidiano é um cara muito legal. Nasceu em uma família humilde e batalhadora. Sempre estudou em escola pública. Gostava muito de jogar futebol, jogar bolinha de gude, rodar pião e empinar pipa. Sua infância feliz e criativa com brincadeiras sadias. Na dedicação nos estudos, na adolescência se interessou por política. Aprendeu o que democracia, partidos políticos e eleição. Aprendeu que deveria pesquisar e escolher a melhor opção entre as várias existentes. Conversou com várias pessoas de vários partidos. Nestas pesquisas observou que as contradição era algo que foi muito incentivado. Depois de algum tempo dominara o assunto e se sentia orgulhoso. Agora era um cidadão completo, sabia votar, tinha se alistado no serviço militar, tinha seu cic, tinha sua carteira de trabalho... Este era o seu desafio, pois com a crise que se produziu no país dificultava o emprego. E nunca era o suficiente para conquista-lo. Mesmo com todos os esforços possíveis e impossíveis. Mas o seu voto era a solução. Iria mudar esta realidade. E muitos tinham a mesma visão do Polidiano. Depois de algum tempo descobriu que a mais valia, exercito de reserva e alienação era o carro forte das decisões políticas e econômicas. Promovendo uma estagnação para alguns e riquezas para outros. Que conhecimento fantástico, pensou. É só fazer o contrário que tudo irá bem... Uma coisa que causava uma grande interrogação em Polidiano era a pesquisa de intenção de voto e o resultado das eleições. Sempre eram contraditório. Até mesmo vários políticos desconfiavam do sistema eleitoral. Mesmo assim com seu empenho e estudo e confiança no seu voto a realidade iria mudar. Não tinha nada que poderia impedi-lo, este era o seu pensamento... Depois de algum tempo percebeu que independente de quem ganhara as eleições, a situação social não mudava, as siglas dos partidos não fazia a mínima diferença no resultado geral da configuração do país. Simplesmente determinava que é que irá continuar o que deve permanecer para que alguns tenham privilégios. Concluiu que existe uma ditadura de um homem, ou seja, é uma ditadura humana, as vezes genética e outras não. E também existe a ditadura do pensamento. Era o pensamento que mandava e não mais um ser humano. Mas isso não importava porque o voto é uma arma, e esta realidade iria mudar, cada vez mais experiente iria fazer a diferença. Seu orgulho era contagiante. Depois de mais algum tempo percebeu que os representante políticos representavam qualquer coisa menos o povo brasileiro. Já que a ditadura escolhida era a do pensamento e então não havia sentido representar pessoas. E está aí a força do voto, mudar a vertente da situação social da atualidade... Com toda esta bagagem, a hora é agora para promover a mudança. O voto era a única opção acertada. Batia no peito, que orgulho de ter a possibilidade de mudar para melhor e para todo mundo. Mas percebeu que muitos votam em partidos ou candidatos como se torce para um time de futebol. Outros votam em quem está ganhando as pesquisas eleitorais, igual a uma aposta de corrida de cavalos... Outros se sente como se estivesse ele mesmo ganho as eleições, mesmo não fazendo parte do partido... Complicado contexto político... O que Polidiano percebeu é que a força do pensamento era muito maior do que a das pessoas. Mas, nada haver com o pensamento positivo, força do pensamento ou qualquer coisa parecida. Seu esclarecimento da situação era muito bom, muito bom mesmo. Foi então que chegou a urna eletrônica, um objeto que fora inventado para salvar a pátria. Inviolável, contra toda forma de fraude, rápida na apuração, motivo de orgulho nacional. Mas, vamos pensar um pouco. Se fizeram a urna para assegura que não haja fraude ou coisa parecida. Significa que havia fraude. Orgulho do aparecimento da urna, usou a expressão: - Agora vai! Depois de algumas eleições e a ditadura do pensamento continuou forte e atuante. Pensou em dos países mais corrupto do mundo. E um sistema mais vulnerável do mundo, que é o da informática. Não podeira ter outro resultado: fraude nas eleições... Tinha ouvido falar e até mesmo ler que esta fraude existia. Mas, não deu bola, porque ninguém seria tão cara de pau para fazer isto. É o que seu pensamento insistia em falar. Mas, depois de muitas denúncias teve que se render, a fraude existe nas eleições e a urna é um instrumento eficaz para esta realização. Simplesmente, atualizaram a forma de fraude, pensou Polidiano. O pensamento: Agora via! Se faz presente! Será que somos condenados a viver em uma ditadura?

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Deixando de Ser Especial; Único e Importante

Conversamos sobre ser especial: único e importante. Esta é uma característica do ser humano. Faz parte de nós. E é assim que o real desenvolvimento é alcançado! Por incrível que pareça, podemos negá-la, e muitos o fazem com orgulho! Ser especial é promover o desenvolvimento pessoal e coletivo. Podemos considerar, por exemplo o imperativo categórico. Também podemos considerar o horizonte de compreensão. Considerando a posição original, principio da igualdade e o princípio da justiça. Também não podemos deixar o conheça-te a ti mesmo, respeito, moral, ética empatia e amor ao próximo... A contribuição para o desenvolvimento humano é extensa, basta querer, para iniciar. Mas o que impede que as pessoas sejam especiais: única e importante? É ter ou desenvolver a mente de bandido. E muitos gostam de ter esta mente. E desenvolve uma especie de "felicidade" quando enganam, burla, corrompe a si e as pessoas. Batem no peito, com muito orgulho considerando que são os maiorais. É comparada a uma pessoa ao consumir a exaustão e sendo avisado que a extinção é iminente, racionaliza que sempre haverá mais. Mas para si, pensa desde que eu tenha está tudo bem. Seu prazer é prejudicar alguém. Já que o objetivo destas pessoas não é o desenvolvimento real, entram em um grupo social já observando que irá ser sua vítima. Não vem para somar. A primeira atitude é ser simpático com todos e ganhar a confiança emocional de todos inclusive da vítima. Depois de conquistar a confiança emocional de todos, o próximo passo é descobrir a pessoa que será sua vítima. Descobrindo, parte para o ataque, sutil, sorrateiro, camuflado, nublado. Gosta da escuridão ou da penumbra... Neste ponto, já que conquistou as pessoas começa usar estas pessoas para prejudicar alguém, seja através de mentira, suborno,.. aproveitando a fragilidade de alguns, a covardia de outros, a alienação existente, a preguiça permanente e a falta de visão, etc. Neste contexto maquia a situação para parecer que tem jogo de cintura. Com este cenário vem os elogios. É como um ladrão corajoso, muitos hoje em dia consideram como algo positivo. Mas ladrão é ladrão! Lamentável que exista este tipo de elogio. Quando se procura justiça, não há encontrará porque a conquista emocional já se solidificou a ponto de ninguém fazer nada, pois os líderes que são responsáveis para que o real desenvolvimento, justiça e ética ocorram, preferem lavar as mãos no lodo, barro ou com uma água transparente mas contaminada. E o toque final é transferir a sua culpa para a vítima. E que é adotado por muitos. Muitos percebe este tipo de golpe, mas preferem usar a mesma torneira de seus líderes. Mas tem mais, não para por aí. A vítima precisa ser conquistada de novo. Então começa toda uma sedução, manipulação por parte do que tem a mente de bandido, pois ele precisa dar mais golpe e precisa usar o vítima como seu ponto de apoio de marketing. E usam várias técnicas para isso... Então o real desenvolvimento não ocorre. As pessoas deixam de ser especiais: únicas e importantes por alguém que tem a mente de bandido. É só olhar a sua volta que verá algumas destas espécies e podemos também ver as conseqüências!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O Desafio de Sócrates!

Sócrates estava andando quando observou a natureza, querendo sempre aprender. De repente viu algumas pessoas comemoramos. Música, cantoria, risada e muito falatório. Estava animada a festa! Então como observou que eram pessoas conhecida e entre os conhecidos alguns era seus alunos, resolveu ir ver qual o objetivo da festa. É lógico que mesmo com as diferenças estavam lá também alguns sofistas. É a democracia. Estavam comendo um churrasco de boi. Percebeu que a festa tinha muita improvisação, a decisão de faze-la era recente. Ao conversar com os participantes disseram que Euclides tinha descoberto algo interessante. Platão estava mais animado do que o próprio Euclides. Pegaram duas madeiras amadas por uma corda e desenharam no chão um semi círculo. Se nós considerarmos a extremidade do diâmetro de uma circunferência. Escreveram a letra alfa de um lado e beta do outro. Então haverá dois pontos que são ligados pelo diâmetro. Se quisemos ligar estes dois ponto de outra forma. Não passando pelo centro e usando outro ponto qualquer da circunferência, estes três ponto formará um ângulo de 90 graus. Pegaram a corda para fazer isso. Com três pessoas para ajudar. O ângulo deste novo ponto escolhido vai ser sempre 90 graus. Pode escolher qualquer ponto. Sempre vai formar um ângulo de 90 graus independente do ponto que escolher da circunferência. Considerando que os dois ponto da extremidade do diâmetro não muda. E mostraram vários vezes para Sócrates. Para demonstrar que sempre dava certo! Sócrates percebendo que todos estavam motivados e observando o desenho feito no chão para explicar observou que a descoberta não era só isso. Foi exatamente neste momento que Euclides disse que aproveitando que Sócrates estava lá, disse que tinha mais uma outra descoberta que queria demonstrar. Sócrates disse que tinha percebido o que era e pediu para que desse a ele a honra de demonstrar. Euclides apontando para o desenho do chão, se pôs a escutar. - Observe aqui, disse Sócrates! Platão conhecendo seu mestre, sabia que tinha percebido algo interessante então se aproximou. Mas todos queriam escutar o que Sócrates tinha para dizer. Atitude essa da cultura Grega. - Vamos desenhar uma circunferência inteira desta vez para demonstrar melhor. - Euclides, você demonstrou a todos, se considerar este ponto e usarmos a corda para ligar a um ponto qualquer da circunferência, por exemplo este. E ligar ao outro ponto da circunferência com o outro ponto na outra extremidade do diâmetro, no ponto escolhido, a corda fará um ângulo de 90°. Certo? - É isso mesmo, disse Euclides. Extraordinário, não é, Sócrates! - Sim, uma descoberta de gênio! Mas, considerando que o ponto escolhido aleatoriamente também pode ser considerado um ponto do diâmetro. Certo, Euclides? -Certíssimo, meu amigo. Considerando o diâmetro será um círculo. -Então também terá um ângulo de 90°! -Compreendeste muito bem, Sócrates! -E independente da distância dos pontos escolhido, desde que este esteja na extremidade da circunferência, será sempre 90°. Certo? -Falou e disse! Disse, Euclides, entusiasmado. -Então todo estes pontos interligados tem 90°. Estou certo, amigo? -Sim, amigo. Está certo novamente. -Então, além de descobrir uma característica do círculo. Também fez uma representação de uma esfera. É o primeiro esbouço de uma esfera. -Amigo Sócrates, percebeu tudo corretamente. Você realmente é sábio. Porque sabe observar tudo a sua volta. Sócrates perguntou se não tinha nenhum pitágoras aqui. E não tinha. Pois Sócrates acreditava que um pitágoras iria gostar desta descoberta e iria observar outro detalhe que lhe escapara. Todos felizes com a descoberta de Euclides. Esta descoberta de Euclides deu-lhe boa glória em toda a Grécia! Mais um motivo para comemorar disse, Platão! Foi exatamente neste momento que os sofista saíram correndo para dali. Para oferecer seus serviços educacionais, porque tinha mais um conhecimento para oferecer. E já estava pensando o quanto iriam cobrar para ensinar. Mas iriam ensinar somente a primeira parte porque era mais fácil. Sócrates observou a grande animação de todos e propôs um desafio para seus alunos. -Nós já observamos na natureza várias demonstração da matemática, da geometria e das contas... A estrela do mar forma um pentágono. Pétalas podem formar triângulos, formar um pentágono também. Também encontramos hexágono nas natureza, as plantas e flores são a rainha das figuras geométricas. Então vamos procurar na natureza uma esfera. Então se abriu um outro estudo, a procura da esfera. Platão pensou para si. Que realmente Sócrates queria que todos saíssem da caverna. As descobertas como esta de Euclides são convites para sairmos da caverna. Durante muito tempo o desafio de Sócrates ficou sem solução. Somente com Hiparco que a questão foi resolvida. Pois muitos tentaram usar a pérola para demonstrar uma esfera, mas a pérola na grande maioria não é uma esfera perfeita. Depois de várias tentativas e sem sucesso. Foi quando um dia, depois de um chuva. Ele estava perto de um lago e observou uma gota de água caindo no lago. Percebeu que esta gota de água ao cair, com o impacto projetava para cima uma gota esférica. Formava uma esfera perfeita por alguns segundo. Então simulou a experiência várias vezes e teve certeza que tinha encontrado na natureza uma esfera perfeita. O desafio de Sócrates tinha sido conquistado. Mostrou sua descoberta para várias pessoas. Alguns conseguiram ver e outros não. Pois, nem todos consegue sair da caverna.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Fé na Razão

A algum tempo, conheci o senhor Antônio. Estou usando este nome, mas na verdade não sei se o seu nome é mesmo este. Talvez seja Manuel. Acredito que ele não está vivendo mais conosco. Ele era um homem aposentado. Nesta fase de sua vida, decidiu participar de uma religião. Suas principais atividades se concentrava na igreja. Não assistia televisão. Rádio, somente ouvia os programas promovidos pela sua igreja. Futebol foi uma paixão, de vez em quando falava a respeito, na verdade mais ouvia, queria saber somente para estar a par do que estava acontecendo. Política também era um das suas preocupações. Mas, também era pouco debatida. Porque somente conversava a respeito de política para escolher um candidato, e nada mais. Também dava ouvidos as pessoas que comentavam sobre as notícias dos teles jornais, até gostava de ouvir. O que ele realmente gostava de conversar era sobre a Bíblia. E também gostava de falar das pregações que ouvia nas atividades religiosas. Um dia, perguntei se ele conhecia um pessoa chamada Albert Einstein. Dizendo que não, expliquei que nasceu na Alemanha e era judeu. Que também era cientista, e que era muito famoso, e que é considerado um dos homens mais inteligentes do mundo. No pensamento dele, eu deveria estar falando de uma reportagem em um tele jornal, então ficou curioso. E também considerando os documentários e jornais escritos, é praticamente impossível não ter, pelo menos, escutado o nome deste cientista. Então a sua lógica estava totalmente certa! Expliquei a ele que este cientista fez uma teoria muito interessante. Ele descobriu, com seus cálculos, que se uma ser humano correr a velocidade da luz, dando a volta no quarterão, ao retornar no ponto inicial ele estaria com a mesma idade, mas as pessoas já estaria velhas, e algumas delas já terio morrido. Ele ficou espantando mas curioso. Depois de eu explicar de novo. Complementei informando que ao atingir a velocidade da luz a massa do corpo também diminuiria. O tempo é diferente para a pessoa que está correndo a velocidade da luz ao correr a velocidade da luz o tempo passa mais devagar comparando com a pessoa que está parado. E que a massa também não é a mesma. Ele deu o nome de teoria da relatividade. Tudo era relativo. Depois de escutar com muita atenção a tudo o que eu dizia. Ele concluiu: - Tem que ter fé para acreditar em tudo isso! Talvez este deva ser o conflito que existe entre fé e razão. Ou entre fé e ciência!